quinta-feira, 6 de junho de 2013
Valores cristãos não podem salvar ninguém
Todah Elohim: Valores cristãos não podem salvar ninguém: Por Albert Mohler Jr. Uma recente carta à colunista Carolyn Hax do Washington Post¹ parece ser sincera o suficiente: “Eu sou uma dona d...
Uma comunidade triste e de celebração
Todah Elohim: Uma comunidade triste e de celebração: Por Paul Tripp Recebido por e-mail: "Wednesday's Word" (15/05/2013) A tradução foi praticamente feita no Google Translator ...
Deus me livre!
ESSE DEVOCIONAL FOI ESCRITO PARA OS
PROJETISTAS DA JUVEP DE JANEIRO DE 2011 POR REILNALDO BUI, E ESTAR NO BLOG www.todahelohim.blogspot.comPOR CAUSA DISTO, TRÊS VEZES PEDI AO SENHOR QUE O AFASTASSE DE MIM (LEIA II CORÍNTIOS 12.7-10).
Todos
nós temos necessidades e desejamos que elas sejam supridas. Algumas
destas necessidades são essenciais para a nossa vida, outras nem
tanto. Muitas vezes damos mais atenção para estas e não nos
preocupamos tanto com aquelas, a menos que estejamos passando por uma
profunda crise, a ponto de não termos, sequer, o que comer. Acredito
que (no momento) não é este o nosso caso. Mesmo assim, esperamos
que Deus satisfaça TODAS as nossas necessidades.
Mas será que Ele
realmente está comprometido em atendê-las? TODAS? Pense um pouco.
Em
Mateus 6.33 Jesus ensina que devemos buscar em
primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas
vos serão acrescentadas. Note
que Deus não está assinando um cheque em branco aqui. Se
analisarmos o contexto desta passagem, Jesus vem discursando sobre
não ser como os gentios, cuja vida está centrada nas inquietações
cotidianas, ou seja, ganhar dinheiro para suprir suas necessidades.
Ah, é imprescindível, também, que gozemos de boa saúde para poder
trabalhar e viver bem... Não se preocupe! Deus sabe. Ou cremos que
Ele é onisciente ou não.
Conforme
vimos, quando alguém em nosso meio padece de alguma doença física,
levantamos clamores a todo pulmão, mas quando algum irmão passa por
alguma “crise espiritual” damos pouca ou nenhuma importância...
Devemos, sim, estar muito mais atentos a estas coisas, sem nos
preocupar com aquelas!
Mas
o que tem acontecido em nosso meio hoje em dia, que nos leva a
preocuparmos tanto com as coisas deste mundo (entenda, as coisas que
dizem respeito à nossa existência na terra)?
Em
outro lugar Jesus alerta: Neste
mundo passareis por aflições... Com
aflições devemos subentender doenças, acidentes, desemprego, e
diversas outras situações que denominamos de “mal”. Nós, seres
humanos, gostamos de ter controle sobre todas as situações de nossa
vida e acabamos “utilizando” Deus para que, através de nossas
orações, Ele possa cuidar destas aflições – que são as áreas
que não temos controle. Quando o mal subitamente acontece em nossas
vidas, imediatamente começamos a racionalizar para encontrar um
culpado. Ora, quem pode ser, senão o diabo, o inimigo de nossas
almas? Então travamos uma luta em oração, uma verdadeira batalha
épica espiritual, para que Deus mande as hostes celestiais
combaterem contra as malignas, e aguardamos “ansiosamente” o
grande vencedor desta guerra: se Deus, meu conforto e bem estar
estarão garantidos; mas se o diabo ganhar...
Será
que é assim que acontece? Parece ser este o pensamento vigente para
alguns cristãos, mas não estou bem certo que esta seja a realidade
no mundo espiritual.
Primeiramente,
não se trata de encontrarmos um “culpado” por tudo aquilo que
acontece com a gente, e que chamamos de mal. Há sim, fatores que
fogem ao nosso controle e que podem ser usados por Deus para o nosso
aperfeiçoamento. A isto a Bíblia chama de provação. Além disso,
Deus pode utilizar circunstâncias naturais (doenças, acidentes) ou
até mesmo um “mensageiro de Satanás” para provar ou depurar a
nossa fé (Tiago 1.2-4). Assim aconteceu com Jó, assim aconteceu com
Paulo. Ambos passaram por provações, oraram e Deus ouviu suas
orações; mas os resultados foram bem diferentes: para Jó, depois
de ensiná-lo tudo o quanto queria, Deus restituiu-lhe em dobro os
seus bens. Mas para Paulo, após este ter insistido em oração (note
que o apóstolo pediu três vezes) a resposta final foi: A
minha graça te basta!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Não sabemos orar
ESSE DEVOCIONAL FOI ESCRITO PARA OS
PROJETISTAS DA JUVEP DE JANEIRO DE 2011 POR REILNALDO BUI, E ESTAR NO BLOG www.todahelohim.blogspot.com
TAMBÉM O ESPÍRITO, SEMELHANTEMENTE, NOS ASSISTE EM NOSSA FRAQUEZA; PORQUE NÃO SABEMOS ORAR COMO CONVÉM, MAS O MESMO ESPÍRITO INTERCEDE POR NÓS SOBREMANEIRA, COM GEMIDOS INEXPRIMÍVEIS (ROMANOS 8.26).
Somos egoístas por natureza. Alguém discorda?
Jesus vai um pouco mais além.
TAMBÉM O ESPÍRITO, SEMELHANTEMENTE, NOS ASSISTE EM NOSSA FRAQUEZA; PORQUE NÃO SABEMOS ORAR COMO CONVÉM, MAS O MESMO ESPÍRITO INTERCEDE POR NÓS SOBREMANEIRA, COM GEMIDOS INEXPRIMÍVEIS (ROMANOS 8.26).
Somos egoístas por natureza. Alguém discorda?
Baseado
nesta premissa é natural que alguns de nossos pedidos sejam
igualmente egoístas, centrados em nós ou – quando muito,
direcionados ao bem estar de nossos próximos mais queridos. É
notório que a maioria esmagadora de pedidos de oração nas igrejas
são referentes à saúde. E saúde física, não espiritual (esta
está lá no finalzinho nas pesquisas). Principalmente em caso de
intervenção cirúrgica – e detalhe, quanto mais nova for a
pessoa, maior mobilização há na igreja em prol da equipe médica.
Em segundo lugar vem emprego (subentende-se sustento).
Não importa a
classe social, Deus sempre é importunado para nos conseguir uma
vaguinha melhor, para ganhar mais e de preferência com um patrão
melhor ou sem ele. Em final de ano, os pedidos por uma vaga na
faculdade aumentam substancialmente e, em grandes centros urbanos,
Deus é constantemente solicitado para fazer a segurança do nosso
patrimônio e nossa escolta na rua.
Entre
as solteiras, Ele é o agente matrimonial, e entre os casados um
grande ombudsman. Será que é assim que enxergamos a Deus, uma
espécie de gênio da lâmpada? É para isto que Ele serve? Para
satisfazer nossas necessidades e cuidar do nosso bem estar?
É
oportuno lembrar que, inspirado pelo próprio Espírito Santo, Tiago
já alertara em sua epístola (muito antes de nós nascermos) que
pedimos e não recebemos porque pedimos mal, apenas para satisfazer
nossos desejos ou esbanjarmos em nossos prazeres! (Tiago 4.1-4) Penso
que ele sabia o que estava escrevendo. Pouco antes, Tiago exortara a
pedirmos por sabedoria, e pedir com fé! Isto significa que nosso
pedido deve estar centrado em Deus e não em nossas lamúrias e
misérias. Fé para aceitar as coisas do alto e sabedoria para
compreendê-las.
Pedidos
por crescimento na fé, saúde espiritual da igreja e conversões
estão ficando cada vez mais raros. Dificilmente você verá alguém
levantar-se no momento dos pedidos de oração na igreja e pedir por
sabedoria. Ou por fé. Por acaso, você já ouviu alguma pessoa pedir
que Deus aumente cada dia mais sua capacidade de amar ao próximo
(sem pensar em si mesmo)? Ou que o Senhor a faça pensar cada vez
mais nas coisas do alto e desprender-se das coisas daqui da terra? E
você, já experimentou orar neste sentido?
Jesus vai um pouco mais além.
Logo na primeira menção que Ele faz sobre
oração no NT, Jesus simplesmente chuta o pau da nossa barraquinha e
diz:
Eu,
porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos
perseguem... (Mateus 5:44)
E
Lucas relata em outra passagem, as palavras do nosso Senhor:
....bendizei
aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. (Lucas 6:28)
Aí
você pergunta: "O quê? O Senhor não sabe que aquele infeliz é
a razão de eu ter perdido o emprego e também minha saúde? Pela
ruína da minha família? O Senhor quer que eu ore por aquele
miserável que quer me prejudicar? Por aqueles que inventaram
mentiras e espalham fofocas a meu respeito? Devo amá-los e
bendizê-los apesar de tudo o que fizeram comigo?"
E
Deus responde: "Sim."
O pecado de não orar
Olá queridos, gostaria de compartilhar com vocês um devocional que tem feito toda diferença na minha vida! Fala da importância de nós orarmos. Que o Senhor possa ministrar ao seu coração através desse devocional.
ESSE DEVOCIONAL FOI ESCRITO PARA OS PROJETISTAS DA JUVEP DE JANEIRO DE 2011 POR REILNALDO BUI, E ESTAR TAMBÉM NO BLOG www.todahelohim.blogspot.com
1.
O pecado de não orar
Baseado
num livro do Dr. John R. Rice
E
QUANTO
A MIM,
LONGE
DE MIM QUE EU PEQUE CONTRA O SENHOR,
DEIXANDO
DE ORAR POR VÓS...
(1SAMUEL
12:23)
O
nosso maior pecado é não orar. Todos os fracassos que nos sobrevêm
são por não orarmos. A falta de almas salvas no meu ministério é,
principalmente, devido à ausência de oração. A escassez de
alegria no meu coração é, às vezes, o fruto de não orar.
Indecisão, falta de sabedoria e de direção, são causados por não
orar. Quantas vezes tenho errado, tenho faltado com os meus deveres,
e tem me faltado poder e alegria, tudo isso por causa do pecado de
não orar. Não orar é pecado, porque a Bíblia diz isso de maneira
clara. Paulo estimula os crentes de Tessalônica: Orem
sem cessar! (I
Ts 5.17).
Quando
deixamos de orar abrimos a porta a todos os demais pecados. Vemos
isto claramente nas palavras de Jesus em Marcos 14.38:
Vigiem
e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto,
mas a carne é fraca.
Lembremos
ainda dos pais da igreja, de como eles oravam! Os que agradaram mais
a Deus foram aqueles que oravam contínua e insistentemente, até
obter a vitória. Com certeza pecamos quando não os imitamos. Assim
como a prática da oração demonstra nossa dependência de Deus, o
não orar mostra a falta de gozo em Deus, incredulidade e fraqueza de
nossa parte.
Há
uma tendência natural em nossa carne a não orar. Muitas vezes
limitamos nossa vida de oração a poucos segundos antes das
refeições, ao despertar e ao deitar-se à noite... Isto quando
lembramos! Precisamos a todo custo vencer a tentação de permanecer
nesta letargia espiritual.
Dr. Rice propõe os seguintes passos:
1.
Procure dedicar um pouco de tempo, ainda bem cedo, todos os dias,
para orar e meditar na Palavra de Deus. Quanto mais cedo melhor. Um
bom horário pela manhã seria antes de comer. Um grande missionário
tinha o seguinte lema: Sem Bíblia, sem café da manhã.
2.
Crie o hábito de orar até alcançar paz com relação ao problema
ou a dificuldade que esteja passando. Frequentemente não obtemos
resposta a uma oração em um mesmo dia.
3.
É preciso separar tempo para orar sobre os problemas que nos
sobrevêm.
4.
Deixe de formalidade e permita que a oração seja uma conversa
simples com Deus. Cada crente deveria dizer, muitas vezes por dia:
"Senhor, pequei nisso... me perdoe"; ou "Senhor, me
ajude a saber o que dizer a esta pessoa!" Ou ainda: "Senhor
ajuda-me na solução dessa dificuldade." Faça da oração um
detalhe importante da sua vida, junto com os demais.
5.
Procure seguir os exemplos da Bíblia e seus ensinos sobre a oração.
Leia, por exemplo, o salmo 55 e veja que em sua angústia Davi
buscava o SENHOR: Eu,
porém, clamo a Deus e o Senhor me salvará. À tarde, pela manhã, e
ao meio dia choro angustiado, e Ele ouve a minha voz. (Salmo
55.16-17)
Procuremos
penetrar todas as riquezas da oração encontradas na Bíblia.
Dediquemos tanto tempo à oração como estes homens a que Deus usou.
Choremos tanto como eles choraram. Persistamos tanto quanto eles
persistiram. Façamos da oração meta da nossa vida. O maior gozo. A
atividade sempre inacabada. Você está disposto, neste exato
momento, a confessar a Deus o seu pecado de não orar?
quarta-feira, 15 de maio de 2013
A Oração Agonizante, Jerry Bridges
Isaías escreveu profeticamente sobre Jesus como um “homem de dores e que sabe o que é padecer” (Is 53:3). Apesar de essas palavras serem descritivas sobre Sua vida inteira, vemo-las chegarem ao clímax no jardim do Getsêmani onde Jesus orou: “Meu Pai, se possível, passe de mim esse cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres” (Mt 26:39). Lucas nos conta que Jesus estava em tal agonia enquanto orava, pois “aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra” (Lc 22:44).
O que foi que causou tal agonia em
Jesus? Por que Ele orou para que, se possível, se passasse Dele aquele
cálice (Jo 18:11)? O que estava no cálice que era tão angustiante para
Jesus ao contemplar o que beberia? Naturalmente associamos o cálice de
Jesus com a crucificação e assumimos que Ele estava orando para que Ele
fosse poupado da miserável e degradante morte na cruz. O cálice estava
de fato conectado a crucificação, mas ainda não respondemos a questão: O
que estava no cálice?
Em ambos o Antigo e o Novo Testamentos, o
cálice é freqüentemente usado como metáfora para a ira de Deus (Sl
75:8; Is 51:17,22; Jr 25:15; Hb 2:16; Ap 14:9–10). Então o cálice que
Jesus achou tão detestável para beber estava cheia com a ira de Deus. No
jardim do Getsêmani, Jesus fitava atentamente dentro do cálice — aquele
que Ele beberia durante o dia seguinte ao ser pendurado na cruz em
agonia excruciante.
Mas não era a agonia física que causou
tanto medo em Jesus, por mais terrível que aquilo fosse; ao invés, foi a
agonia espiritual que Ele anteviu que Ele beberia até o último
sedimento do cálice da ira de Deus, a ira que na verdade nós merecíamos.
Isso nos traz a um assunto difícil na Bíblia, uma que é negada por
muitos estudiosos da Bíblia e ignorada por muitos de nós. Simplesmente
não gostamos de pensar sobre a ira de Deus. Por quê?
Talvez nós recuamos da expressão “a ira
de Deus” por causa da emoções violentas e do comportamento destrutivo
que é freqüentemente associado com o termo ira quando usado por seres
humanos pecadores. Mais provável, não queremos pensar sobre os nossos
amáveis, amigáveis, mas descrentes vizinhos e parentes como sujeitos à
ira de Deus.
Se tomarmos a Bíblia seriamente,
entretanto, devemos considerar seriamente o alvo da ira de Deus. Esse é
um tema que ocorre durante ambos o Antigo e Novo Testamento. Certo
teólogo declarou que o número de referências a ira de Deus no Antigo
Testamento excede 580. Mas e o Novo Testamento? Algumas pessoas ensinam
que o alvo da ira de Deus desaparece no Novo Testamento e que Seu amor e
misericórdia se tornam a única expressão da atitude Divina ante a
humanidade.
Jesus claramente refuta essa idéia. Em
João 3:36 Ele diz: “Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia,
se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele
permanece a ira de Deus.” Paulo escreveu com freqüência sobre a ira de
Deus (por exemplo, Rm 1:18; 2:5; 5:9; Ef 2:3; Cl 3:6). Finalmente, todo o
conteúdo de Apocalipse nos adverte da ira vindoura (Ap 6:16–17; 14:10;
16:19; 19:15).
O que é isso que provoca a ira de Deus? É
o nosso pecado. Independentemente do quão pequeno e insignificante isso
possa nos parecer, todo pecado é uma agressão à infinita majestade e
soberana autoridade de Deus. Deus, pela perfeição de Sua natureza moral,
não pode deixar de ser hostil ao pecado – todo pecado, mesmo sendo tão
pequeno aos nossos olhos. Foi a ira de Deus contra nosso pecado que
Jesus viu no cálice naquela noite e da qual Ele nos reconciliou em tal
agonia.
Então Jesus bebeu do cálice da ira de
Deus em nosso lugar. Ele suportou a imaginável agonia espiritual que
merecíamos para que fôssemos salvos por Ele da ira de Deus. Nós nunca
apreciaremos a oração agonizante de Jesus no Getsêmani; nunca
apreciaremos Seu suor, do modo como eram, grandes gotas de sangue caindo
na terra, antes de compreendermos do fundo de nosso ser que o que Jesus
estava contemplando a ira de Deus que merecíamos.
O termo teológico ao ato de Jesus beber o
cálice é propiciação. Um dicionário moderno dirá que propiciar
significa “apaziguar” ou “aplacar.” Eu acho essas definições
insatisfatórias quando aplicadas a Cristo porque sugerem suavizar ou
abrandar a ira de uma divindade ofendida. Jesus não suavizou a ira de
Deus – Ele a suportou. Ele não a suprime ou a extingue como nós
extinguimos um fogo; pelo contrário, Ele absorve em Sua própria alma
toda a fúria de Deus contra o pecado. Para continuar com a metáfora, Ele
bebeu o cálice da ira de Deus até a última gota amarga. Então para nós
que cremos, o cálice da ira de Deus está vazia.
Nós lemos a história do Getsêmani e da
crucificação com tanta freqüência que ela tem a tendência de se tornar
trivial. Se isso é verdade para nós, que nos arrependamos. E que nunca
mais leiamos a angustiante oração de Jesus sem nos lembrar que era a ira
de Deus contra nosso pecado que causou Nele tal inimaginável agonia.
Fonte: Ligonier Ministries
Tradução: Eric Lima
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
A glória do Senhor
“... Vimos a Sua glória...” – João 1:14
A Bíblia diz: “E o Verbo se fez carne,
e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito
do Pai, cheio de graça e de verdade”. Conhecer o Senhor Jesus Cristo
pessoalmente é amá-lo, amá-lo é servi-lo, e servi-lo é experimentar a
maior alegria e realização de nossas vidas. Um autor desconhecido
escreveu o seguinte poema sobre Jesus. Se você o conhece como o seu
Senhor e Salvador, ele ecoará em seu coração. Se ainda não o conhece,
nossa oração é que você deseje aceitá-lo hoje como seu Senhor e
Salvador: “Andei pelo caminho da vida com um passo fácil, segui por
onde os confortos e prazeres levavam; até que um dia, em um lugar
tranquilo, encontrei o Mestre face a face. Tendo por objetivo a posição
social, o status e a riqueza, pensando muito em meu corpo e nada em
minha alma, entrei para tentar ganhar a corrida louca da vida.
Foi quando encontrei o Mestre face a
face. Encontrei-o e conheci-o, e corei ao ver que os Seus olhos, cheios
de tristeza, estavam fixos em mim. Naquele dia tremi e caí aos Seus
pés, enquanto meus castelos desapareciam. Eles desapareceram, e no
lugar deles, nada mais vi senão a face do Mestre; e clamei em alta voz:
‘Oh, faz-me digno, de seguir os passos dos Teus pés feridos’. Meu
pensamento agora é pelas almas dos homens. Perdi minha vida para
encontrá-la outra vez; desde aquele dia, quando em um lugar
tranquilo, encontrei o Mestre face a face”.
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